O ISRC é atribuído à gravação pelo primeiro titular dos direitos sobre o fonograma ou por um agente autorizado a gerenciar códigos.

Em um lançamento independente, o próprio artista pode ser também o produtor fonográfico, dependendo de como a gravação foi financiada e estruturada.

O código pertence à gravação, não à profissão da pessoa

A pergunta correta não é apenas “quem é o cantor?”, mas quem detém ou administra a gravação e está autorizado a atribuir o identificador.

Distribuidoras podem participar do processo

Muitas distribuidoras conseguem fornecer ISRC durante o upload porque atuam como managers ou integram sistemas autorizados. Nesse caso, o código deve continuar acompanhando a mesma gravação mesmo se ela for distribuída novamente em outro serviço.

Não gere outro ISRC só porque trocou de distribuidora

O padrão internacional orienta que a mesma gravação mantenha o ISRC já atribuído. Troca de plataforma, formato ou titularidade não significa automaticamente nova gravação.

Nova gravação pode exigir novo código

Uma regravação, mix materialmente diferente ou versão ao vivo pode demandar um identificador próprio, pois já não se trata exatamente do mesmo fonograma.

ISRC não decide quem compôs

O código do fonograma não resolve disputas sobre letra ou melodia. Por isso, organize a composição separadamente.

Antes de gerar o código da gravação, deixe a autoria da composição organizada.

Registre a obra e guarde a versão usada como base para o fonograma.

Registrar a composição

O site não emite ISRC. O registro e o identificador da gravação têm finalidades distintas.

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Preserve a versão exata do áudio que existe hoje e mantenha o arquivo junto às demais evidências do seu processo criativo.

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